29 julho 2007

Insuportável

Anseio regressar à nossa amena ilha.

O Jardim da Cidade

A cidade é Ponta Delgada, e o jardim é o luxuriante Jardim António Borges, que mereceu uma muito aguardada e bem conseguida intervenção, tanto a nível de arranjo de canteiros, lagos e grutas, como a nível da iluminação, segurança, bem como um novo parque de diversão para as crianças e um Bar com as obrigatórias casas de banho.

Depois de inaugurado, este espaço tornou-se um agradável local para horas de lazer e descanso, com segurança e com bons equipamentos para crianças, o que o tornava numa boa escolha para os pais (ou outros familiares), em especial que residem em Ponta Delgada, lá levarem os seus filhos.
Pois bem, o "Jardim da Cidade" já conheceu melhores dias, e isso, deve-se ao facto deste bonito e aprazível jardim, já não dispor do bar de apoio e das casas de banho. Continua, e ainda bem, com seguranças (2 de uma empresa privada), com os espaços verdes bem tratados e com o parque para as crianças bem preservado, mas falta uma coisa essencial ao bem-estar, uma casa de banho.

Já nem falo da falta de um Café/ Bar, pois para isso pode-se ir prevenido e o café pode ser tomado antes ou depois. Mas quanto á impossibilidade de aceder às casa de banho; aí, não há volta a dar, pois elas estão na dependência do (encerrado) bar, e quanto a prevenção nesta área, conheço as fraldas, mas prefiro deixá-las para a minha filha.
Haverá volta a dar? Haja vontade!

Uma possível solução – Casas de banho que não dependam do bar e de quem (privado) o explora.

NB- Não aconselho, a quem visite o jardim por estes dias, que se aproxime ou espreite para o interior das grutas que lá existem…....….não é por nada de especial, mas “um homem tem de se aliviar”! Uma necessidade é, ainda maior, quando é de ordem fisiológica.!

24 julho 2007

As Escolas e os Fins-de-Semana

As escolas têm horários que variam, grosso modo, das 8h00 às 19h00, em dias de semana, encerrando aos fins-de-semana, para o normal e merecido descanso semanal, de alunos, professores e pessoal auxiliar.

Muitas têm sido as reformas introduzidas pela actual Ministra da Educação (muitas das quais merecem a minha aprovação, embora esta não seja a minha área profissional), no funcionamento das escolas.
Destaco aqui uma – não pela sua especial relevância ou minha anuência, mas antes porque torna a escola num local com cada vez menos espaço para o divertimento e convívio –, que é o facto dos “furos” (faltas de professores a aula intercalar) serem agora preenchidos com aulas orientadas por outro professor, independentemente da sua área de formação coincidir, ou não, com a do colega a substituir.

Claro que a escola é, essencialmente, um local de ensino e aprendizagem, um espaço de formação, sendo que esta (formação) não passa exclusivamente por aquilo que se aprende dentro da sala de aula, pois um jovem tem muito mais “espaço” para ser preenchido. Essa formação, num sentido mais lato, uma formação pessoal e social, a par da óbvia e necessária aprendizagem teórica e cognitiva, pode também ser dada/ recebida na escola.

O espaço escola, é dotado de infra-estruturas várias, entre as quais um ginásio coberto e um espaço exterior com campos destinados a várias actividades desportivas – pelo menos nas escolas C+S (complementar e com secundário), existentes em todos os concelhos –, que se destina á prática desportiva lectiva, integrada na disciplina de Educação Física. Também os alunos “em furo” (sem aula por falta do professor), aproveitavam os campos exteriores para umas “jogatanas” de futebol, basquetebol, voleibol, ou outra qualquer actividade desportiva, exteriorizando as suas alegrias por terem tempo para um “confronto” desportivo não previsto.

Mas, aos fins-de-semana, que é quando os alunos têm tempo para as actividades extra curriculares, as escolas estão de portões fechados, logo os seus campos vedados a umas “jogatanas” entre alunos, daquela ou de outra escola (de um desafio entre ambas). Poderiam ser, também, um espaço de encontro e convívio entre jovens, que assim sentiam a escola de um modo menos pesado, pois esses espaços tornavam-se, também, em espaços de verdadeiro lazer…….e sem toque, claro. Rentabilizavam-se estes espaços e campos desportivos e supriam-se as suas faltas em tatas zonas habitacionais.

Seguramente que, para tornar isto viável, seria necessário algum investimento......e vontade da Ministra. (não seria sobrecarregando professores e funcionários).

Mas, não seria o retorno muito maior?

20 julho 2007

10 Anos de Rendimento Mínimo

Corria o ano de 1997, e o Governo de António Guterres implementa uma medida de politica social, a que dá o nome de RMGRendimento Mínimo Garantido, que pretendia garantir, a todo o cidadão, um rendimento (mínimo) que possibilitasse assegurar o seu sustento diário ou do seu agregado familiar.

Mudou o Governo, permaneceu a medida, mas com outra designação e algumas alterações, passando a chamar-se RSI- Rendimento Social de Inserção.

Claro que esta prestação mensal (que é definida consoante os membros do agregado, seus rendimentos, entre outros factores), tem, na sua aplicação, regras bem definidas, por uma Lei, inclusive.
Parece-me claro, que o Estado não ia dar, literalmente, dinheiro aos cidadãos (seria profundamente deseducativo), sem com isso pretender algumas melhorias, mais do que imediatas, nas vidas de quem beneficia deste rendimento mensal. Por isso, foram criadas equipas multidisciplinares, constituídas por Assistentes Sociais, Psicólogos e Ajudantes Sócio-familiares, para, com a família, contratualizarem um plano de ajuda, designado de Acordo de Inserção, que é, na prática, um contrato entre a família e os técnicos que constituem essas equipas. O que se pretende com as cláusulas desse acordo é mudar, e sublinho a palavra mudar, o futuro daquele agregado familiar ou individuo.

Claro que este Acordo de Inserção tem por base um Diagnóstico Social efectuado, pelos técnicos, á família, que pretende identificar os problemas, mas também as potencialidades, de todos os membros do agregado familiar, isoladamente e como um todo, de modo a saber quais as áreas a “tratar” e as que podem ser exploradas como motor de uma mudança.

Na retaguarda dos técnicos de terreno, os que directamente intervencionam a família, está um NLI-Núcleo Local de Inserão, constituído por vários parceiros ( Segurança Social, Escolas, Autarquia, PSP, Saúde, Instituições Locais, ec..), que ajudam a que este Acordo de Inserção seja bem implementado e “vigiado”. (ex: a escola deve informar o Núcleo das faltas de um aluno cuja família recebe RSI).

Não quero aqui expor ou referir-me às (muitas) críticas que têm sido endereçadas a esta politica social, nem ficaria bem em ano de aniversário. Gostaria, antes, de dizer, que considero que o RSI pode ajudar a promover uma melhoria real (não só imediata) na vida de quem a ele recorre, a médio/ longo prazo, basta, para isso, que o Diagnóstico Social familiar seja bem efectuado, que o Acordo de Inserção contemple as acções tidas por necessárias, e que, no Núcleo Local de Inserção, cada membro desempenhe eficazmente as suas funções.
Se todo este circuito funcionar, estão reunidas as condições externas á família para que se inicie um verdadeiro processo de mudança social. Mas, como disse, estes são os factores externos, mas os de dizem respeito á família, os internos, são os que mais importam, pois uma mudança tem de ter por base o “objecto” a mudar.

Se os beneficiários do RSI estiverem motivados para a mudança, decidindo aproveitar a “alavanca” dos euros mensais e o desenvolvimento das acções delineadas pelos técnicos, para dar o salto e sair da exclusão social, aí sim, podem os envolvidos ter sucesso.

Se preferirem, ou teimarem, em (tentar) viver á sombra ou, “por conta do Rendimento Mínimo”, aí perdem o direito á prestação, e são penalizados, só podendo requerê-la 1 ano depois. (ou um mês depois, em alguns casos que a Lei contempla).

O que pode começar como um patamar mínimo de sustentabilidade, pode tornar-se no motor de uma efectiva mudança social.

16 julho 2007

Grande Espingarda

O Benfica tem umas coisas que não lembram a ninguém; o plantel já conta com dois dos melhores guarda-redes portugueses, Quim e Moreira, mas a direcção achou por bem contratar o alemão Hans-Jörg Butt, que tem 33 anitos. Além de ser um jogador velho, tem episódios destes...

15 julho 2007

Luanda, Cidade de Contrastes

A revista do jornal “Expresso”, Única, traz na sua edição desta semana, dois textos sobre duas capitais de ex-colónias Portuguesas, Luanda, capital de Angola, e Díli, capital de Timor-leste.
Destaquei no título Luanda, por razões afectivas, e por demonstrar, de maneira mais cabal, que a riqueza pode ser perversa.

O retrato da actual Luanda, é fruto duma reportagem de Luís Pedro Cabral, ilustrada com fotografias de Sandra Rocha. O texto intitula-se, “Luanda de Luxo”, e o seu autor aproveita o aniversário de Isabel dos Santos, primogénita do Presidente Angolano, José Eduardo dos Santos, como mote para um paralelo entre os luxos e excentricidades de festas como esta, só ao alcance de uma pequeníssima elite de milionários (quase sempre procedentes dos negócios do petróleo e diamantes), e a pobreza extrema e ausência dos mais rudimentares meios de sustentabilidade, sentida pela grande maioria da população Angolana, no seu duro quotidiano. A esses, falta tudo. (A economia Angolana cresce a 18% ao ano, enquanto a taxa de desemprego é de 80%)

O texto sobre Díli, tem reportagem de Micael Pereira, e tem por título, “Gangues de Timor”, e descreve o dia-a-dia agitado de Díli, despoletado e incitado por lutas de gangues, na sua maioria constituídos por jovens, que só conhecem a violência, e que recorrem ás artes marciais, a um cem número de armas, e até a poções mágicas, para semear o medo e “alargar a sua área de influência”. É a lei do; olho por olho, dente por dente, uma “cultura de violência e vingança”, diz o enviado do “Expresso” a Timor. Pode ainda ler-se que, 10% da população deste país se encontra ligada a estes violentos grupos, bem organizados, armados e treinados…….e sempre prontos prá “pancadaria”.

Os recursos naturais, essenciais para a criação de riqueza e consequente desenvolvimento de um país, estão densamente presentes nestes dois países. Resta, agora, aproveitá-los em beneficio de toda a população. Tarefa, “aparentemente” simples!?!?

Ferrari Dino

Ferrari Dino 246 GT, de 1969

Peso: 1080 Kg

Motor: 2419 c.c.

Potência: 195 cv.

14 julho 2007

Ponta Delgada, Como Crescer?

Este post, não tem, nem poderia ter, qualquer motivação partidária, pretende, tão só, transmitir a minha opinião, que não é mais do que a visão de um cidadão, sobre como poderia crescer e expandir-se esta bonita cidade de Ponta Delgada, aquela que me viu nascer e amadurecer.
Esta “velha” cidade tem sofrido, em especial nos últimos anos, grandes intervenções por via de obras públicas e privadas, que têm alterado a sua imagem e dinâmica, bem como a dos que nela habitam e/ou circulam e trabalham.
A alteração de que melhor me recordo, foi a, ao tempo designada, “avenida nova”, que destruiu, através dum aterro, o bonito porto de pescas da Calheta Pêro de Teive e as piscinas de S. Pedro, para dar lugar ao prolongamento da avenida Infante D. Henrique até S. Roque, estendendo a cidade ao longo da sua costa. Esta obra também contemplou uma marina e umas piscinas novas.
Actualmente em curso temos as “Portas do Mar”, obra que visa melhorar as condições oferecidas aos barcos e passageiros dos Cruzeiro que nos visitam, dando, também, uma nova dinâmica àquela zona da cidade. A par desta grande obra pública, temos a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, também em frente ao Centro Comercial Sol-Mar, que, em minha opinião, vai sobrecarregar a artéria principal de Ponta Delgada, isto, a par da edificação do Terminal de Camionagem também na mesma Avenida (creio que nas imediações da Praça da Republica, vulgo, Campo de S. Francisco).
Pois aqui – nesta sobrecarga de pessoas e viaturas na zona mais movimentada e de maior tráfego da cidade –, reside, para mim, o erro desta estratégia, que me parece de afunilamento, em lugar de expansão.
Aquilo que me parece mais sensato – embora admita que não conhecer o seu grau de exequibilidade –, seria “empurrar” o Terminal de Camionagem mais para a zona nascente (S. Roque), adquirindo (?) a “Moaçor” (“empurrando esta unidade fabril para fora da Cidade), e erigindo naquele espaço o referido Terminal, bem como uma grande zona de estacionamento (aqui poderia ser em altura) e alguns espaços comerciais. Daria vitalidade àquela zona limítrofe e evitaria a circulação de autocarros no centro da cidade, capitalizando a recente intervenção naquela orla costeira, com a criação da estrada até à Canada da Shell. Fica, também, perto do nó viário que depois conduz para norte, nascente e poente, através das SCUT´s.
Na zona poente, Santa Clara, onde ficam as ruínas do antigo matadouro, proponho uma intervenção de fundo, limpando, revitalizando e embelezando aquele espaço, e criando uma zona de lazer e balnear ( com piscinas e mar), a par de lugares de estacionamento servidos por “Bertinhas” (que teriam o seu Terminal na zona nascente). Aliás, toda a orla costeira, desde o Porto de Ponta Delgada, até ao começo da "nova" estrada junto á costa que liga á freguesia da Relva, encontra-se entregue ao abandono, ou melhor, ao mar e a uns quantos que aí constroem as suas barracas. O próprio Farol de Santa Clara merecia outro destaque, outro aproveitamento.
Enfim, o que quero essencialmente dizer, é que não podemos (embora também devamos), pensar só no centro da cidade. Temos de valorizar a nossa condição de cidade virada pró mar, e estender esta urbe a nascente e poente, em lugar de afunilar tudo na Avenida marginal.
Por último referir que, se o Estabelecimento Prisional de PDL sair do actual edifício que ocupa, vai contribuir, também, para uma maior dignificação e embelezamento daquela zona da cidade.

P.S.- Como afirmei, não sei se este meu ideal é exequível, ou se se torna utópico por “mexer” em terrenos privados, e porque não sei qual o destino que, quem de direito, pretende dar ao antigo Matadouro. Isto, para além das verbas que seriam necessárias para levar avante um projecto desta natureza. Mas, as utopias de hoje, podem não coincidir com as de amanhã.

Revoltante, mas...

Hoje, no Jornal da Tarde da RTP-Açores vi uma notícia deveras chocante. Parece que os militares da Base das Lajes pagam apenas €80 + tarifas, para voar na SATA, da ilha Terceira para qualquer outra ilha dos Açores. É mesmo um escândalo, não tem outra palavra. Mas consigo retirar algo de positivo: é que a RTP Açores já começa a fazer investigação. Valha-nos isso.

13 julho 2007

Verdadeiramente triste

É o que se pode dizer depois de ver o jogo da selecção sub-20 de Portugal, contra o Chile, no Campeonato do Mundo. O que escrevi em relação à prestação da selecção de sub-21 no recente Europeu serve perfeitamente para esta situação. Neste caso, o jogo acabou com um jogador de Portugal a tirar o cartão vermelho da mão do árbitro, quando este estava a expulsar outro português. Enfim, palavras para quê? José Couceiro dedica-te à pesca, de anzol de preferência...

The Office na TVI

Apesar de tudo, a TVI tem uns lampejos que agradam-me bastante. E agrada-me ainda mais porque só vão para o ar tarde – muito tarde na hora continental. Alguém naquela estação insiste em adquirir algumas das séries mais hilariantes que se vão fazendo nos EUA. Depois de “That 70’s Show” e depois uma meteórica passagem de “Arrested Development”, agora é a vez de “The Office” (versão amerincana).

Como ainda só assisti ao final de um episódio da versão americana, só posso comentar a versão inglesa, que passou na SIC Radical. Trata-se de uma série de ficção, mas que dá a entender ser um documentário sobre o dia-a-dia dentro do escritório de uma empresa de papel. Hilariante, mas com momentos deveras constrangedores, é como se pode caracterizar, de forma genérica, esta série. A versão americana conta com Steve Carrel no papel do director, e apesar de ser um bom actor e com alguma piada, duvido que consiga superar o desempenho que Ricky Gervais conseguiu na versão inglesa.

Para quem não pode esperar até à 0100, então sugiro a sexta-feira, se a TVI não se lembrar de colocar outra coisa qualquer, como tantas vezes já aconteceu.

O vídeo apresentado é da versão inglesa. Neste excerto David Brent /Ricky Gervais) é pressionado pela sua superior para tomar medidas em relação a um dos funcionários que usou um PC da firma para ver pornografia na net...



12 julho 2007

Resultados

A “Máquina” fecha mais uma votação. Os resultados para a pergunta “Ponta Delgada é uma cidade segura?”, foram os seguintes:

“Sim, completamente” – 23%
“Não completamente” – 45%
“Não, de todo” – 33%

Obrigado a todos que votaram.

Entretanto, temos uma nova pergunta para ir a votação: “Vai passar as suas férias?”

Um rumor, um sinal

Os Açores têm que investir mais na sua relação com a UE. Por agora é só um rumor, mas poderá vir a ser uma certeza. Os cidadãos açorianos esperam dos seus governantes eleitos que defendam da melhor forma os seus interesses, nos verdadeiros centros de poder, onde as decisões afectam as suas vidas diárias. E isso é automonia.

10 julho 2007

Os milhões das transferências no futebol

Segundo o semanário Sol este é o Top Ten de transferências de jogadores de futebol:

1. Fernando Torres - do Atlético de Madrid para o Liverpool - 36 milhões de euros

2. Anderson - do F.C. Porto para o Manchester United - 30 milhões de euros

3. Ribery - do Marselha para o Bayern - 26 milhões de euros

4. Nani - do Sporting para o Manchester United - 25,5 milhões de euros

5. Owen Hargreaves - do Bayern para o Manchester United - 25 milhões de euros

6. Eduardo da Silva - do Dinamo Zagreb para o Arsenal - 24 milhões de euros

7. Darren Bent - do Charlton para o Tottenham - 24,5 milhões

8. Henry - do Arsenal para o Barcelona - 24 milhões de euros

9. Forlán - do Villarreal para o Atl. Madrid - 21 milhões de euros

10. Malouda - do Lyon para o Chelsea - 20 milhões de euros


Eu posso estar muito enganado, mas Nani é um jogador sobrevalorizado, por isso não acredito que vá afirmar-se no Man. United. Uma certeza tenho: não será outro Cristiano Ronaldo e receio que no final desta época seja emprestado, ou mesmo vendido. Nessa altura Benfica, ou Porto estarão prontos para o adquirirem por um preço bem mais baixo e mais apropriado ao seu real valor, enquanto jogador. Não nos esqueçamos de Simão ou Quaresma...
Actualização: Já hoje, dia 10 de Junho, soube-se que o FC Porto vendeu o passe do jogador Pepe ao Real Madrid por (outros) 30 milhões de euros.

08 julho 2007

Virgens Suicidas


Hoje, na SIC, passa o filme Virgens Suicidas. Foi o segundo trabalho de Sofia Coppola na realização e conta com a participação da bela Kirsten Dunst.

A não perder!

07 julho 2007

Como participam os Açores no processo de decisão na UE?

«No quadro intergovernamental clássico, a democracia exige que à existência de um Estado de Regiões Autónomas corresponda o direito e a capacidade de elas também participarem nas organizações internacionais que directamente lhes disserem respeito, integrando as respectivas delegações nacionais – conforme previsto, aliás, na Constituição da Republica Portuguesa para as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. Ora, quando se transita do internacional clássico para o supranacional, as representações nacionais dão lugar, se bem que parcialmente, á órgãos próprios da nova entidade supranacional. Por esta razão, os Estados deixam de constituir instrumentos capazes de assegurar o transporte dos interesses das Regiões para o exterior. Assim, da mesma maneira que exige uma relação directa entre os cidadão individuais e a União Europeia, a democracia exige igualmente o acesso directo das Regiões à União e a sua participação nos processos de tomada de decisão.

A U.E. tem vindo a dar passos no sentido de integrar as Regiões, oferecendo-lhes instrumentos de participação, directa e indirecta, na sua estrutura institucional. E, se bem que tenha ficado muito aquém das expectativas de várias regiões e organismos de cooperação inter-regional, a recente proposta de Tratado Constitucional procura disponibilizar ainda mais espaço para as Regiões Autónomas nos processos de tomada de decisão»
in "Cidadania, Comunidade Política e Participação Democrática" por Carlos E. Pacheco Amaral, no âmbito do Programa Escolher a Europa

070707

Afinal os cães tinham razão, porque sempre ladraram atrás dos automóveis, mesmo antes de haver preocupações com os níveis de CO2 que emitem.

05 julho 2007

Novo EP, Indispensável.

Foi com agrado que li na imprensa, que o Governo da Republica, mais propriamente o Ministério da Justiça, está sensível á indispensável necessidade de um novo Estabelecimento Prisional para a Ilha de S. Miguel, depois de já ter assumido o compromisso de erigir um novo EP na Ilha Terceira.

Este último, há anos que é apontado como um dos EP portugueses com maior sobre lotação, chegando a taxas de ocupação de quase 300% da sua lotação. No entanto, já foi aberto concurso para execução da empreitada.

Já no caso de S. Miguel, ainda estamos na fase do reconhecimento da necessidade de uma nova casa para os nossos reclusos, havendo já há abertura e, creio, que até já se estuda uma futura localização, fora de Ponta Delgada.

Penso ser indispensável um novo EP para S. Miguel, por várias razões, mas em especial pela falta de espaço para acolher o cada vez maior número de presos, em preventiva ou no cumprimento de pena, e pelo facto da actual “Cadeia da Boa Nova” se situar em zona central e num edifício que merecia outro destino, mais digno, mais condizente com a sua velhice e vista privilegiada.

Consta que fugir da “Boa Nova” é uma missão (altamente) possível, que só não o fazem por falta de alternativa de fuga (uma Ilha é, por si só, uma espécie de prisão). As camaratas, digo celas, albergam cerca de 15 reclusos cada, não havendo condições físicas para que se faça uma efectiva separação de reclusos, quer por tipo de crime praticado, quer pelo tipo de reabilitação que cada um pretende para si, quando se vê confrontado com a privação da liberdade por um período longo. Quero com isto dizer que, tal como acontece “cá fora” com indivíduos livres, também os presidiários encaram o seu quotidiano de maneira distinta, havendo uns que encaram o seu tempo de reclusão como uma simples contagem de dias, enquanto outros aproveitam aquela ocasião para se redimirem do crime praticado, mas valorizando-se e procurando ferramentas (escola e formação profissional, tirar a carta de condução, desintoxicação de drogas, entre outras) para uma mais fácil inserção na sociedade, depois de cumprida a pena.

Por vezes quando passo na zona da Calheta, freguesia de São Pedro, onde se situa o Estabelecimento Prisional Regional de Ponta Delgada, fico com a impressão de que alguns reclusos circulam livremente na Rua da Boa Nova e arredores. Mas, em lugar de serem actuais reclusos, quer-me parecer que são futuros candidatos, que estão já nas imediações da cadeia, para se irem acostumando á zona.!

Venha, que já vem tarde, um novo EP para S. Miguel.

Incompatível?

Os principais partidos com assento na ALR congratularam-se com a decisão do TC em declarar a Lei das Incompatibilidades como inconstitucional, quanto à forma. Mas, e em relação ao conteúdo da Lei? Será assim tão errada?

A bordo do Belafonte


“The Life Aquatic With Steve Zissou”, em português “Um Peixe Fora de Água” (vai-se lá saber porquê) é um filme de 2004 do jovem realizador Wes Anderson, que retrata as aventuras do explorador e oceanógrafo Steve Zissou, Anderson baseou-se em Jacques Costeau para a personagem de Zissou, num misto de homenagem e paródia, para novamente abordar o tema família. É um filme cheio de pormenores bizarros, onde se destacam os barretes vermelhos que todos os membros do Team Zissou usam, ou fatos-de-banho Speedo. Por outro lado, este filme conta com a participação do músico brasileiro Seu Jorge no papel de Pelé dos Santos, que toca várias músicas de David Bowie, em versão portuguesa.

O elenco é excelente, contando com vários actores que já tinham entrado noutros filmes de Andersom. Bill Murray é Steve Zissou, Owen Wilson faz o papel do filho Ned Plimpton e Angelica Huston é a mulher Eleanor Zissou. Além destes, há que contar com Cate Blanchett, Jeff Goldblum, Willem Dafoe, etc.

Mais uma boa forma de passar um serão de Verão.

04 julho 2007

The Daily Show com Jon Stewart

Jon Stewart atento e hilariante sobre como os candidatos à presidência dos EUA utilizam a net para a campanha eleitoral.

03 julho 2007

Reitor põe o dedo na ferida

Avelino Freitas Menezes, identificou na Cerinónia de Investidura do Reitor da UAC, as potenciais implicações que a proposta de lei sobre o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior trará. De entre as várias críticas que fez realce para a seguinte (que já tínhamos alertado aqui) : "a lei faculta a fragmentação do Ensino Superior ao permitir a autonomização e separação das melhores escolas (...) enquanto para a maioria dos departamentos e das escolas destina um papel de liceus superiores vocacionados para a melhoria das estatísticas e dos índices de Portugal na UE".

02 julho 2007

Estado Natureza...no Pópulo




Os autores contratualistas deram a definição de Estado Natureza, para podermos entender a sociedade civil. Thomas Hobbes foi o primeiro a estabelecer essa definição, na obra O Leviatã, como qualquer situação onde não há um governo que estabeleça a ordem, onde todos estão em guerra contra todos. Com o Contrato Social todos os homens delegam o seu poder numa entidade superior que fica encarregue de estabelecer a ordem necessária. Essa entidade foi o Estado.

Ora, tudo isto parece ser apenas teoria, que serve para entendermos os modelos estatais actuais e que o tal Estado Natureza não existe, pelo menos numa região como os Açores. Pois desenganem-se. Hoje em dia, em plena Praia do Pópulo, vive-se um autêntico Estado Natureza, onde não há regras e impera a lei do mais forte. Aqui ficam dois exemplos, que espero servirem para, pelo menos, alertar a esta situação.

30 junho 2007

Rali de São Miguel 2007


Antes de mais devo dizer que sou um verdadeiro adepto do desporto automóvel, não me interessa muito o funcionamento interno, mas sim o que vejo nas estradas. Dito isto, posso dizer que achei o Rali de São Miguel deste ano foi muito fraquinho. Não tem nada a ver com a organização, que deve ter feito um bom trabalho, uma vez que não se notou nada fora do vulgar, correu normalmente. Aliás, depois de todos os problemas que aconteceram no GDC durante este ano, não se esperava que estivesse tudo tão bem.

O problema reside na competitividade, ou na falta dela. É que, apesar de ter havido algumas lutas engraçadas, uma vez que até mesmo o 1º lugar esteve em discussão no começo do segundo dia, a verdade é que depois de passarem os primeiros cinco carros, o rali perde o interesse. Mais do que a falta de pilotos estrangeiros (Mary Lou foi um grande barrete), notou-se (e de que maneira) a falta de alguns pilotos açorianos que deixaram de correr este ano. No que diz respeito aos carros, esperava muito dos novos S2000, mas não corresponderam por razões diversas, no entanto espero que tragam algum ânimo aos ralis porque os actuais Grupo N não o fazem, talvez porque são carros muito pesados e pouco atractivos.

É preciso mudar algo nos ralis açorianos. Não sei se os apoios que são dados a umas equipes desmotivam outros. Não sei se é possível fazer um dos ralis de São Miguel em asfalto, apenas para ver se é viável. Não sei se a nova classe S2000 é acessível às equipes açorianas... Sei, isso sim, é que os ralis nos Açores estão cada vez mais desinteressantes. Talvez porque fomos mal habituados nos últimos anos.


P.S.: Há poucos dias estava a ver velhas cassetes VHS e vi o Especial Rali do ano em que Yves Loubet venceu a Volta a Ilha. Ontem estava a ver o Especial Rali deste ano, na RTP-Açores e não houve qualquer evolução, em termos do programa. Mantém-se a mesma fórmula cansada e batida.

29 junho 2007

Uma discussão que deve ser feita

Deve haver algum tipo de controle contra o uso abusivo do anonimato nas caixas de comentários dos blogues?

27 junho 2007

Cidadania e Democraticidade na UE*

Um dos objectivos do processo de integração europeia é aprofundar a cidadania europeia, que tal como está consagrada actualmente nos Tratados, é ainda muito insípida. Para que tal aconteça, será necessário que seja definida de forma cada vez mais concreta, para que os europeus se revejam nesse conceito e para que sintam fazer parte de uma identidade europeia. O sistema educativo tem, neste contexto, um papel determinante, da mesma forma que o foi aquando da consolidação das identidades nacionais. Será desde os primeiros anos de escola, que se deverá incutir o significado de cidadania e de pertença a uma comunidade europeia.

Uma das grandes críticas ao processo de integração europeia é o facto das instituições comunitárias estarem ‘longe’ dos cidadãos, estes são objecto das decisões e não sujeitos da comunidade política europeia. Isto decorreu do método funcionalista que Jean Monnet concebeu para a construção europeia, que através de decisões de elites, de cariz essencialmente económico, criou um grande desinteresse, por parte dos cidadãos.

Nas regiões periféricas e ultra-periféricas, esse desinteresse é sentido de forma ainda mais aguda, George Steiner escreveu na sua “Ideia da Europa” que um dos principais factores para a construção de uma identidade europeia, é a possibilidade de percorrer a Europa a pé, esta afirmação põe a nu a situação de exclusão que vivem os habitantes das regiões ultra-periféricas das ilhas, que além de padecerem do desinteresse pelas instituições europeias, que é comum à maioria dos europeus, vêem-se ainda afastados dessa possibilidade de participar no processo de construção de uma identidade europeia, tal como Steiner o concebeu.

Apesar da cidadania europeia, institucionalizada com o Tratado de Maastrict, em 1992, ter sido um passo importante na tentativa de estabelecer uma ligação mais próxima entre as instituições e os cidadãos, a verdade é que continua a ser observável uma grande dose de falta de informação, relativamente à União Europeia e, talvez mais importante, a tal identidade europeia não se desenvolveu. Uma das explicações poderá residir na falta de democraticidade, que tantas vezes é apontada à União Europeia. Verifica-se, por via da transferência de poderes dos Estados-membros para a União e porque as políticas são adoptadas por órgãos próprios da União e não por representantes dos Estados, que os cidadãos não têm o poder de responsabilizar directamente aqueles que tomam, verdadeiramente, as decisões e que, dessa forma, afectam a sua vida, um bom exemplo disso e talvez o mais significativo é a moeda única.

Uma das formas de construir uma cidadania europeia verdadeira, será através do combate a este déficit democrático. Nos contextos nacionais, as cidadanias têm vindo a ser fortalecidas devido à participação activa que as sociedades têm na condução das políticas, seja através do voto, seja através de lutas e conflitos que permitiram, em muitos casos, que os cidadãos adquirissem uma série de direitos e deveres e, ganhando ao mesmo tempo, uma identidade comum. Será, então, imperioso que a União disponibilize a todos os seus cidadãos e a todas as instituições políticas que eles fazem parte, formas para participarem no processo político, ganhando por um lado, a tão requerida democraticidade e, por outro ao fortalecimento da cidadania europeia.

Apesar de todos os problemas supracitados que revestem a construção europeia, a verdade é que a Europa é uma realidade para todos os seus cidadãos, seja de uma forma mais ou menos próxima, seja de uma forma mais ou menos consentida, e todos sabem que são ‘europeus’, apesar de se sentirem, antes de mais portugueses, espanhóis, ingleses, ou açoreanos, catalãos, escoceses, etc.

O alemão Jürgen Habermas afirmou que numa democracia liberal, os cidadãos devem sentir-se leais e identificados não com uma identidade comum, mas sim com princípios constitucionais que garantam plenamente os seus direitos e liberdades. Esta parece ser uma proposta muito interessante, uma vez que congrega em si, o melhor da tradição liberal e tolerante europeia, ao mesmo tempo que garante uma participação efectiva dos cidadãos na condução das políticas que lhes dizem respeito, por outro lado Habermas combate o terrível nacionalismo de cariz étnico, que tem sido o inimigo da paz na Europa e que se afigura como um das principais ameaças à construção europeia e que no dealbar deste século XXI, ganha uma alento preocupante.
* Tese apresentada no II Congresso Nacional Portugal e o Futuro da Europa, organizado pelo I.E.E.I e realizado na Fundação Calouste Gulbenkian nos dias 25 e 26 de Junho de 2007.

21 junho 2007

Isto é a Fox News

Quando se liga o canal Fox News sabe-se, à partida, o que se pode esperar: uma defesa intransigente do Partido Republicano e dos valores conservadores dos EUA, ao mesmo tempo que tentam derrubar o Partido Democrata e tudo que tenha que ver com valores liberais. É tão simples quanto isso.

É claro que não é nada fácil assistir a tipos como Bill O'Reilly e principalmente Sean Hannity darem as suas opiniões, que em muitos casos são quase fundamentalistas e são sempre a favor da administração Bush, mesmo perante todas as evidências. Recordo-me que há pouco tempo, um dos candidatos à nomeação republicana para as eleições para a Presidência, o congressista Ron Paul, disse num debate que os ataques de 11 de Setembro aconteceram devido à presença dos EUA em alguns países do Médio Oriente. Foi apupado no debate e atacado pelos seus pares, principalmente Giuliani que pensa que tem uma autoridade moral para falar do assunto, por razões óbvias. O pior para Paul foi enfrentar Hannity (está à direita do candidato, à esquerda está Alan Colmes) depois do debate.

O melhor mesmo é ver.

20 junho 2007

A Ota e os açorianos

Como diz Carlos Melo Bento hoje no Açoriano Oriental, nós açorianos temos de estar muito atentos à questão do novo aeroporto de Lisboa. É que, como sabemos, as passagens aéreas entre os Açores e a capital não são nada baratas, agora imagine-se que o aeroporto vai para um sítio longe como a Ota. Passaremos a ter um agravamento de preço considerável, para ir até à cidade propriamente dita. Passo a citar Melo Bento “nem quero pensar nas incomodidades e despesas e tempo que os açorianos terão de suportar para irem de cá até à velha capital imperial, centro onde se resolve negócios, assuntos de saúde, de estudos e correspondentes visitas a filhos (...) As chegadas de madrugada, então, serão um mimo de segurança e bem-estar.”

19 junho 2007

Que Alargamento?

O alargamento é, indubitavelmente, uma das maiores obras da U.E. A estabilidade política, a prosperidade e a Democracia, são factores suficientes para que um grande número de países procure a adesão, principalmente do Leste. O ex-Comissário Europeu para as Relações Externas, Chris Patten, afirmou que o processo de alargamento foi a política externa com mais sucesso da U.E., porque exportou Democracia, estabilidade e reformas comerciais aos países candidatos à adesão.

O processo de alargamento acarreta, no entanto, um preço para a U.E., uma vez que a integração implica uma partilha da soberania, por parte de cada país, em muitas áreas. Por outro lado, quanto maior é o número de países, mais interesses específicos há para contemplar e mais difícil se torna para obter compromissos. Daí ser urgente uma reforma institucional na U.E.

Depois das últimas adesões, começamos a chegar a um ponto onde cada vez mais europeus sentem que as fronteiras da U.E. não reflectem aquilo que consideram ser Europa. É, portanto, um momento decisivo para a U.E., para saber até que ponto se deve ir.

A perspectiva da adesão da Turquia - e bem assim, da Ucrânia - reforça a questão: até onde pode ir a Europa? Se a Ucrânia aderir à U.E., porque não também a Rússia? Assim a discussão entra no campo da identidade e valores europeus, e se aqueles que pretendem aderir à U.E. os partilham. Se chegarmos à conclusão que é importante essa partilha de valores, então deveremos discutir este assunto de frente, em vez de perpetuar conversações, que levam a um cansaço a ambas as partes envolvidas no processo.

No entanto, no mundo actual as coisas mudam com grande rapidez. E a perspectiva de adesão altera os próprios países que aspiram a entrar. A Turquia, por exemplo, poderá estar dentro de alguns anos de tal forma modernizada que poderá fazer parte da família europeia. Mas o caso turco tem outro aspecto; se aderir à U.E., a Turquia arrisca-se a ser o maior e ao mesmo tempo um dos mais pobres países dentro da U.E. Podendo vir a ser, deste modo, o país com maior número de votos no Conselho de Ministros e um dos principais candidatos aos fundos estruturais. Como é evidente, alguns dos actuais Estados-membro não vêem com bons olhos essa perspectiva.

Deste modo, parece ser muito difícil continuar o processo de alargamento, ainda mais depois das últimas adesões. Principalmente porque a U.E. não tem capacidade de absorver mais países, sob pena de aumentar a problemática institucional, mesmo com a tão desejada reforma. A solução poderá ser uma situação intermédia, que passa por uma “parcerias privilegiadas”, que oferecem muitos dos benefícios de pertencer à U.E., mas sem o estatuto formal de Estado-membro.

Portugal É, Seguramente, Melhor do que os EUA

........em Hóquei em Patins e na culinária.
Ainda pensei numa ou noutra hipótese, mas prefiro pôr a assunto a discussão.
Aceitam-se opiniões; em que é que Portugal é, seguramente, melhor do que os EUA, e sempre?
Opine, pela sua saúde.

18 junho 2007

Dr. Strangelove

Há poucas noites estava a fazer um zapping pelos canais que tenho disponíveis, quando vejo um dos meus actores preferidos, Peter Sellers, num filme a preto e branco. Rapidamente percebi que se tratava de Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb (1964). Já tinha lido algumas críticas a este filme, muitas delas afirmando que se trata do melhor trabalho de Stanley Kubrick e isso suscitou em mim um grande interesse, pois Kubrick já realizou filmes como A Laranja Mecânica, 2001 Odisseia no Espaço ou Shinning.

Tenho pena, pois quando comecei a ver, o filme já tinha começado, mas devo dizer que tudo o que li sobre Dr. Strangelove estava certo. Desde logo porque conta com aquela que é talvez a melhor actuação de Peter Sellers, que faz três papeis e está brilhantemente acompanhado por George C. Scott (Patton). Mas principalmente porque se trata de uma comédia negra, que critica o sistema político internacional de meados dos anos 60. Mesmo quem não gosta de Kubrick, deve gostar deste filme.

O que posso dizer mais? É um filme a não perder.

17 junho 2007

"Alta Pressão", feito com Alma

Foi mais uma vez com interesse e agrado, que assisti a mais um “Alta Pressão”, programa de produção regional e transmitido pela RTP – Açores, que percorre as nossas 9 Ilhas, mostrando o que de melhor tem a sua natureza e mar, através de uma visita onde vão praticando várias modalidades desportivas, que vulgarmente se denominam de “radicais”.

Este programa é apresentado por Luís Melo, Ricardo Moura e por um terceiro jovem (que me perdoem mas não me recordo do seu nome), e tem por base uma ronda pelas nossa nove Ilhas, mostrando que práticas desportivas de ar livre e sem motor, podem nelas ser praticadas.
Posso dar como exemplo o programa que passou hoje na RTP-A, que foi filmado na Ilha de São Jorge, em que, num périplo pela Ilha, praticaram actividades tais como, passeios de bicicleta, surf e body-board, além de para-pente (que proporcionou imagens únicas das Fajãs da costa norte desta ilha), e da descida de uma cascata em rappel, bem como uma visita ás profundezas desta ilha de lava.

O bom tempo não acompanhou esta visita a São Jorge, mas mesmo assim ficou uma bonita imagem da ilha, e demonstrou algumas potencialidades a nível de desporto e lazer a explorar pelos locais e/ou turistas.

O “Alta Pressão” é um programa simples (na acepção positiva da palavra) e feito com alma, que procura mostrar, sem filtros, a natureza no seu estado puro, e a alegria e prazer com que os seus protagonistas o fazem. E isso sente-se, pelo menos eu sinto.

Não tenho dúvidas que os meios técnicos, humanos e materiais, são escassos, fruto da falta de recursos financeiros, para levar a cabo este projecto em melhores condições. Mas também não tenho dúvidas que o “Alta Pressão”, é um excelente postal das nossas Ilhas, na medida em que explora e demonstra, que actividades de desporto/lazer podem aqui ser praticadas, e fá-lo mostrando locais de rara beleza, e alguns pouco conhecidos.

Por isso, e mesmo antes de acabar esta série de programas, digo que merece uma segunda série, para voltar ás mesmas 9 Ilhas, e mostrá-las, novamente, sobre um diferente prisma, e com uma aproximação á natureza mais real e verdadeira. (estou, por exemplo, a lembrar-me da subida á montanha da Ilha do Pico).
Força “Alta Pressão”, continuem em alta, e que o Anti Ciclone dos Açores esteja convosco
.

A Nova F1


Desde novo que sou fã de Fórmula 1. Quando comecei a interessar-me pela modalidade, era Nélson Piquet o meu piloto favorito, não sei porque razão. Depois que Piquet deixou de ganhar corridas e campeonatos, não tinha nenhum piloto preferido, entre Mansell, Senna e Prost, talvez torcesse mais pelo inglês, porque era o mais irascível entre os três.

Entretanto, no início dos anos 90 surge o fenómeno Schumacher. Converti-me, rapidamente ao alemão. Primeiro na Benneton e depois na Ferrari. Vibrei com os duelos com Damon Hill, Mika Häkkinen, David Coulthard e tornei-me num ferrarista. Até que há uns três anos surge o espanhol Fernando Alonso, que começou a ameaçar Shumacher e que eventualmente destronou o alemão. Desde que apareceu, nunca gostei de Alonso.

Esta temporada de 2007, marca uma nova era; uma era pós-Shumacher, e uma era em que cada vez mais os carros têm muitas ajudas electrónicas, o que a meu ver retira muita da espetacularidade (este facto pode ser extensível aos rallys). Encarei este começo com alguma desconfiança, porque não tinha nenhum piloto preferido. Na Ferrari, Massa e Raikkonen não são empolgantes, a McLaren tinha o Alonso e o “novato” Hamilton. Pensei que esta época iria ser um passeio para Alonso, mas eis que Lewis Hamilton surge como um grande piloto, que bate frequentemente Alonso e que está a dar um ânimo à F1, que ninguém conseguiu prever.

No entanto, a Ferrari continua a ser a minha equipe favorita e apesar de não estar perto da McLaren actualmente, a verdade é que quando vier a estar, não vou torcer pelo Hamilton, mas sim por Massa, ou por Raikkonen. Talvez dentro de algumas corridas, se a Ferrari não se aproximar da McLaren, Hamilton passe a ser o meu favorito, dentro da F1. Não gosto de pensar muito nas razões que me levam a preferir uns a outros, mas neste caso penso que é porque está a bater o enervante Alonso.

15 junho 2007

PPE em PDL


A reunião que o Partido Popular Europeu está a realizar em Ponta Delgada é da maior importância para os Açores. Estamos a falar do maior grupo político representado no Parlamento Europeu e que se fez representar em São Miguel pelos seus principais dirigentes. Com este tipo de iniciativa, os Açores vêem as suas especificidades, problemas e desafios discutidos ao mais alto nível e isso é positivo, na medida em que nunca nos podemos esquecer que mais de 75% da legislação pela qual vivemos tem origem na U.E. A principal temática desta reunião foi a política marítima e piscatória, e contou com importantes contribuições não só dos eurodeputados, como também investigadores da Universidade dos Açores.

14 junho 2007

Mário Lino tem que sair II


Se esse recuo é de verdade, então Mário Lino tem mesmo que sair.

O Clone


Eu admito que já critiquei diversas vezes Scolari, principalmente nas escolhas das Selecção para o Europeu 2004, em Portugal e para o Mundial 2006, na Alemanha. A verdade porém é que foi com ele a Selecção de Portugal chegou à final do Euro e à meia-final do Mundial. No entanto, reafirmo a minha convicção que a derrota contra a Grécia em 2004, em plena Luz, foi por sua culpa. Não foi audacioso, aliás foi conservador como sempre o é. Recordo-me perfeitamente de, já perder, retirar o Pauleta para por o Cristiano Ronaldo a jogar a ponta de lança. O resultado foi que o madeirense caiu inúmeras vezes em fora-de-jogo, porque não estava rotinado para o lugar. Enfim, outras histórias, que já passaram, mas que ainda custam...

Vem isto a propósito das paupérrimas exibições que a Selecção de Portugal de sub-21 tem vindo a realizar no Europeu, na Holanda. Com jogadores de altíssimo gabarito e qualidade, o treinador José Couceiro, não consegue formar uma equipe que jogue futebol. No tal malfadado Europeu de 2004, Scolari fez algo muito simples, mas que agora parece complicado; ele colocou a jogar o meio-campo vitorioso e rotinado do FCP, que havia vencido tudo com Mourinho. Na altura todos dissemos que com aquela equipe, ele tinha mesmo que chegar à final e vencer. Ora, actualmente a Selecção sub-21 tem todos os jogadores do (excelente) meio-campo com que o Sporting jogou esta época. Não seria do mais elementar bom-senso aproveitar o trabalho e as rotinas de uma época inteira e que deram tão bons resultados? Mas não, José Couceiro aparentemente tem outras ideias fantásticas, mas que não dão resultados e Portugal é dominado e batido por equipes de menor qualidade.

Por outro lado, Couceiro portou-se de uma forma inqualificável no jogo contra a Holanda. Certamente que ao ver as suas asneiras, virou-se contra a equipe de arbitragem – que fez uma má exibição – esbracejou, discutiu, saiu por diversas vezes da área que lhe é reservada, etc. Resultado: foi bem expulso. Agora eu pergunto; uma equipe de jovens, que já têm uma certa mania de discutirem por tudo e por nada com os árbitros e que têm fama de atirarem-se para o chão, não deveria ter um treinador que desse o exemplo e não fosse o primeiro a ter esses comportamentos?

É caso para dizer: para ser o Mourinho não basta ser clone.

13 junho 2007

Closer


Esta é uma pequena homenagem a um dos melhores discos dos anos 80, e porque não, de sempre. Faço-a porque voltei a adquirir este disco, depois da minha primeira cópia se ter extraviado. Closer foi o segundo e último disco de originais de Joy Division (o primeiro foi Unknown Pleasures) e foi lançado no mercado já depois do vocalista, Ian Curtis, ter tirado a sua própria vida, em 1980. Na Playlist está o tema Decades.


RIP Ian...

12 junho 2007

Quem Roubou o Relógio de Bush?

Todos conhecemos a (boa) reputação dos Serviços Secretos dos EUA, ainda mais tratando-se de agentes dessa força, ao serviço do presidente Americano, que são da mais pura nata.

Pois bem, numa curta visita à Albânia, J. W. Bush, ladeado por agentes da sua segurança privada, entregou-se a um, muito pouco habitual, banho de multidão, e logo ficou sem o relógio de pulso.

A “Casa Branca”, já veio desmentir a versão do “suposto” roubo, dizendo que Bush havia “guardado o relógio no bolso, por um questão de segurança”!!!

Bem, não sei o que será pior para a imagem da Albânia; se, o presidente dos EUA ter sido roubado por um nacional daquele país; ou se, o presidente Bush ter “guardado o relógio no bolso, por uma questão de segurança” para não ser roubado, acrescento eu.

Se é verdade que não é bonito roubar, ainda mais tratando-se do presidente do país mais poderoso do mundo, pior é um convidado (W.Bush), admitir que teve de se precaver para não ser roubado pelo anfitrião????

Quanto ao/á artista que ficou com o relógio, tiro-lhe o chapéus. Estava no lugar certo há hora certa, e ludibriou os olhares mais atentos dos, supostos, melhores guarda-costas.

Não tarda muito para termos o relógio de Bush á venda no “E-Bay”!!!!

Acusado

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, foi hoje formalmente acusado de crime de corrupção desportiva no âmbito do Processo Apito Dourado.

Isto sim, já quer dizer qualquer coisa.

10 junho 2007

Votação da Máquina

A última “Votação da Máquina” fechou com os seguintes resultados:

À pergunta “ cannabis deve ser legalizada?”, 56% votaram ‘Sim’, enquanto 44% votaram ‘Não’, num total de 62 votos.

A todos que votaram, aqui fica o nosso agradecimento.

Entretanto, temos uma nova questão: “Ponta Delgada é uma cidade segura?” Contamos com a vossa participação.

08 junho 2007

Ah, então é por causa disso!

Apesar de neste momento o tempo não estar muito convidativo para ir à praia, a verdade é que já esteve, e beneficiando do meu local de moradia, felizmente que já o fiz algumas vezes este ano. No entanto, numa só dessas ocasiões é que pude tomar banho, pela simples razão que o mar encontrava-se sempre pilhado de caravelas e águas-vivas, de dimensões verdadeiramente assustadoras.

Hoje, nas notícias da rádio (penso que era a Atlântida), ouço o eurodeputado, Dr. Paulo Casaca, a falar sobre quais eram as suas expectativas em relação a um recurso que o Governo Regional dos Açores interpôs junto Tribunal de 1ª Instância das Comunidades Europeias, contra o Conselho de Ministros da U.E., para anular um Regulamento, de 2004, que determinara a redução de protecção da Zona Exclusiva Açoreana de 200 milhas, para 100 milhas. Dizia o Dr. Paulo Casaca que, devido a essa redução, verificou-se o desaparecimento de uma certa espécie de tartarugas, que alimentam-se, exactamente, de caravelas e águas-vivas. Segundo Paulo Casaca é por essa razão que se tem vindo a ver tantas caravelas e águas-vivas, nos mares dos Açores.
Relativamente a responsabilidades, o melhor será ler o post "Mentirosos compulsivos", aqui.

05 junho 2007

Mário Lino, Tem de Sair

O tema do novo Aeroporto Internacional de Lisboa, há muito que merece a minha atenção.

Antes, a atenção advinha das naturais preocupações, que se prendiam-se com o enorme gasto de dinheiros públicos (assim como o TGV), e com a real necessidade de uma obra daquela dimensão, no local escolhido, OTA.

Cada vez mais, sou apologista da solução de se manter a Portela – para voos regulares e domésticos -, mais um novo aeroporto de menor dimensão – para voos low coast e charters, por exemplo.

Esse novo aeroporto, de inquestionável necessidade (pois a Portela está á beira do esgotamento), deveria ser edificado de preferência na margem Sul, quer por razões de segurança ligadas á orografia do terreno, quer para povoar o “deserto”, bem como para evitar uma massificação do eixo Lisboa/ Santarém, centralizando, na mais pura acessão da palavra, ainda mais o país.

Mas aceito, óbviamente, outras opiniões. Aliás, só tenho a agradecer pela divergência de opiniões à volta da “OTA”, essencialmente pelo debate que se tem gerado ao longo das últimas semanas, reacendendo um tema de inegável interesse nacional.

Mas, o meu receio é que Mário Lino seja mais “primeiro-ministro” do que o próprio Sócrates, quer a avaliar pelas piadas que o primeiro tece em relação ao segundo, quer pela firmeza – para não chamar arrogância e prepotência (posso cair em delito de opinião) –, com que o Ministro das Obras Públicas afirma, que a “OTA é um dado adquirido”, e que a “decisão está tomada” não havendo lugar a mais discussões ou estudos, sobre a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa.

Cavaco, sentindo Sócrates enfraquecido com a “questão” (da ausência) do grau de engenheiro, e com a não inscrição na Ordem da classe por parte deste, logo veio a público apelar ao debate, em clara oposição ao autismo de Mário Lino.

É por demais evidente, que Mário Lino está a prestar um péssimo serviço ao país, com esta sua incapacidade para perceber que há mais mundo para além do seu umbigo, e que outros há, que também se encontram inscritos nas suas Ordens.
No mínimo, o Governo tem a obrigação de promover o debate e, depois, decidir, com base em velhos e novos estudos, e comparando as várias possíveis localizações e soluções.

Por isso digo, Mário Lino tem de sair, tem de abandonar rápidamente o Governo, em nome da democracia..........que vá fazer “stand up comedy”

Regina Spektor - Fidelity

Eu sou suspeito, porque vozes femininas são quase tudo para mim, em termo de música. Mas esta actuação de Regina Spektor tem que ser apreciada a todos os níveis, principalmente pela simplicidade e transcendência.

03 junho 2007

Guerra Fria no séc XXI?


Estamos perante um aumento de tensão entre os EUA e a Rússia, que não se via desde os tempos mais quentes da Guerra Fria. Isto porque, os EUA decidiram instalar um sistema de defesa anti-míssil, no Leste da Europa, que terá como objectivo a destruição de mísseis vindos do Irão. Em resposta, o presidente russo, Vladimir Putin, numa entrevista ao jornal canadiano Globe and Mail, ameaçou apontar mísseis, inclusivamente com ogivas nucleares, para a Europa.

Os americanos estão a tentar convencer os russos, que trata-se de um sistema defensivo, vocacionado para uma ameaça pequena, e que não devem concluir que se trata de uma ameaça à própria Rússia e ao seu armamento.

A verdade é que os russos não podem acreditar na palavra dos americanos, as coisas simplesmente não funcionam assim. Um sistema anti-míssel na Polónia ou na Republica Checa, tanto pode servir para os tais mísseis iranianos, como pode servir para destruir os mísseis que a Rússia tem.


Por fim. E a Europa? Que papel têm os europeus no meio de tudo isto? Vai a Europa voltar a ser um mero peão numa Guerra Fria entre EUA e Rússia? Alguém disse que a Europa é um gigante económico, mas um anão político, em termos internacionais, e essa afirmação faz todo o sentido neste contexto. Cada vez mais, parece-me que é imperativo que a Europa desenvolva uma Política de Segurança Comum efectiva, se quer de facto, ser um actor relevante no panorama mundial.

Um Computador Por Criança


Vendo o "60 minutos", programa Americano de jornalismo de investigação, que passa na SIC Noticias e é apresentado por Mário Crespo, tomei conhecimento de um programa idealizado por um senhor de nome Negroponte, que visa dar a cada criança, em todo o Mundo, um computador portátil, e acesso á Internet.

Para tal, desenvolveu um grupo de trabalho, com engenheiros e programadores, para trabalhar na construção de um computador portátil, de baixo custo e muito resistente.

Desenvolveram-no com grande sucesso. Actualmente, cada unidade ainda custa 176 dólares, mas tencionam fazê-lo, progressivamente baixar de preço, até aos, pasme-se, 50 dls. por unidade.

E não se pense que o dito portátil é de “brincar”. Não, é uma máquina de alta tecnologia, resistente á água, areias e calor extremo, com câmara incorporada e colunas, com 3 vezes mais capacidade de captação de rede por satélite, e com novas funções, tais como a possibilidade de se fazerem desenhos numa pequena placa integrada no PC, que passam no mesmo instante para o ecrã do computador.

O governo Brasileiro parece ser percursor nesta abordagem, e tem um projecto-piloto em escolas da cidade de S.Paulo, em que cada criança do ensino básico tem o seu computador de Negroponte.

Estes computadores, têm a particularidade de deixarem de funcionar passadas 24 horas de serem roubados ao seu legitima proprietário. Têm uma autonomia de 10 a 12 horas de utilização, o que no Cambodja, país que também beneficia de um projecto promovido por Negroponte, dá muito jeito, na medida em que não existe luz eléctrica nas casas das aldeias onde este projecto se desenvolve. Mesmo assim, se faltar bateria, o computador tem um sistema de manivela para carregar as baterias, em que 2 minutos bastam para se conseguir mais 12 minutos de utilização.

Penso que a revolução tecnológica a nível Mundial, está mesmo a chegar.