04 junho 2009

Movimento Pró-Voto


Cá está!

O Movimento Pró-Voto nasce da vontade de um grupo de jovens em querer contribuir para baixar os valores de abstenção. Entendemos que é urgente motivar os jovens para que exerçam o seu direito de voto, contribuido para o seu futuro. É imperativo participarmos na escolha dos deputados que nos vão representar em Bruxelas durante os próximos anos.

Apesar de estarmos focados nos eleitores mais novos, os que mais contribuem para os aberrantes números da abstenção, o objectivo é baixar a abstenção no seu todo.

É nosso desejo, fazermos a nossa parte enquanto elementos do processo democrático.

Podemos não mudar o mundo, mas pelo menos fazemos a nossa parte. Façam também a vossa e vão às urnas no próximo dia 7 de Junho.

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6 comentários:

Tiago R. disse...

São só jovens do PS ou também há do PSD?

É que esse apelo à não-abstenção, quando dissociado da necessária crítica aos políticos que dizem uma coisa em Portugal e fazem outra na Europa (os culpados da abstenção), só pode interessar ao Bloco central, mesmo.

Sérgio Santos disse...

A cidadania tem de ter cor?

RRG disse...

Com o devido respeito, Tiago R., não me revejo na sua posição, a qual qualifico desde já e com total confiança como injusta, além disso parece-me altamente sectarista

No resto, aplaudo a iniciativa, a qual se trouxer um voto que seja a mais, já foi bem sucedida, se não trouxer nem um voto que seja, sempre foi mais que quase todos fizeram. E digo quase todos, porque certamente houve outras iniciativas do género, apartidárias e sem esperar nada em troca. Os restantes, ou nada fizeram, ou se o fizeram, foi com intuito eleitoralista.

P.S.: não há aqui um apontar de dedo a nada ou a ninguém, é simplesmente como as coisas são e não há nada de mal nisso.

Tiago R. disse...

Não basta votar por votar. Precisamos de mais votantes que estejam conscientes e determinados na sua opção.

E notem que a opção de muitos abstencionistas é também consciente, embora errada.

Um movimento deste género não pode passar ao lado da exigência para com os políticos em relação às promessas e afirmações que proferem.
Não pode passar ao lado de uma comunicação social que busca apenas o anedótico em vez de procurar informar os eleitores sobre as propostas dos diferentes partidos.
Um movimento como este não pode passar ao lado do silenciamento dos pequenos partidos e propostas alternativas a par da cobertura intensa e obsessiva de cada micro-declaração dos candidatos e líderes do PS e PSD.

O meu primeiro comentário foi talvez um pouco emocional. As minhas desculpas.
Mas, creio, sem estes factores, um movimento destes só favorece PS e PSD.

Brocas e Imperiais na Queima das Fitinhas disse...

Logo o que interessa aos camaradas como o Tiago R. é que haja democracia popular: o Politburo governará por todos. Eleiçoes para quê?

Já lhe respondi no post do Portas.

Sérgio Santos disse...

Caro Tiago,

Eu já fiz a minha parte e vc, já fez a sua?

Vamos todos contribuir um bocadinho que seja em vez de ficarmos em casa ou no café armados em treinador de bancada.
Precisamos tanto da crítica como da atitude, no entando, vejo cada vez mais da primeira e menos da segunda.

E não, mais uma vez, não há interesse político. Sabe como é, somos jovens, ainda acreditamos em algumas coisas.
E tb não tivemos patrocinio pra nada. Saiu-nos do dinheiro do nosso bolso que tinhamos guardado para as minis e minuins.


Gosto em lê-lo!