07 outubro 2007

Extremismos Islâmicos


A tolerância relativamente a este tipo de extremismos tem que ser contida.

2 comentários:

pedro lopes disse...

Meu caro, não podemos querer os beneficios de determinada sociedade, e depois desprezar algumas das suas demandas essênciais.

Este caso que aqui divulgas (na verdade são dois, os estudantes de medicina e os farmacÊuticos), é bem espelho desta dicotomia, deste antagonismo, entre o que nos é dado por uma sociedade, e o que estamos dispostos a dar, ou a abdicar, em prol desta mesma sociedade, aquela que ESCOLHEMOS para viver (ou estudar, ou trabalhar, etc..).

Não me parece aceitável esse tipo de desrespeito por Leis e principios básicos e aceites pelo todo (dessa sociedade), baseados em preceitos religiosos, seguramente que levados ao extremo, de determinados individuos.
(não esquecer que nos últimos atentados em Londres, pelo menos um dos envolvidos era médico, e outros ligados á saúde, tb.)

Posso acrescentar a esta discussão, um caso que se passou no Hospital do DES, em Ponta Delgada. Determinados pais de uma criança, que necessitava, para sobreviver (literalmente), de uma transfusão de sangue, mas por questões de fé - pois a confissão religiosa que professam não permite as transfusões de sangue -, se negaram a dar o consentimento para que tal acto médico fosse praticado.
Alegavam que o sangue de outra pessoa iria contaminar a sua filha e, como tal, mais valia que morresse, a ficar "impura".

Como deve ou pode um médico reagir perante tal situação?

Rui Gamboa disse...

A discussão sobre a tolerância praticada relativamente aos movimentos extremistas (principalmente) islâmicos, está cada vez mais na ordem do dia na Europa. Principalmente na Inglaterra liberal, mas eu, ao contrário, da esquerda "iluminada", entendo que não se deve dar margem de manobra a esses movimentos, quando se sabe que há intenções políticas camufladas nessas atitudes extremistas. Querem provocar e criar instabilidade, com o fim claro de ir corroendo a sociedade, (neste caso) inglesa.