22 junho 2008

Joy Division - The Documentary


Ao contrário de Control, de Anton Corbijn, que se centrou [em excesso] na vida de Ian Curtis, o filme Joy Division - The Documentary, de Grant Gee, promete mostrar o percurso da banda. Ou seja, deve ser mais apelativo para os fãs.

Aqui e com um bocadinho de paciência (se não forem assinantes deste serviço, pode levar, no máximo, um par de dias) podem baixar o filme. Eu já vou a meio caminho...depois digo se vale a pena.
Lets look at the trailer:

4 comentários:

Anónimo disse...

...
Gamboa my friend olha que isso é um acto de Pirataria ! Vê lá se o blogger não te fecha a porta. Vens a São Miguel passar férias ? Gostaria que fosses lá a casa tomar um copo e trocarmos dois dedos de conversa à volta da JD ou de outras bandas. Há novidades musicais aí pela Bélgica ?
Saludos,
JNAS
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Rui Gamboa disse...

JN, em princípio vou na 2ª semana de Agosto e, sim, terei muito gosto em a tua casa.

Novidades, não há. O que há, neste começo de Verão, é muita coisa a acontecer, muitos concertos de grande qualidade.

Aqui a Máquina não aloja ficheiros piratas, mas de vez em quando, se as coisas valem a pena, pode-se dizer onde estão. Que eu saiba isso não faz mal.

Cumps e dont be a stranger!

SB disse...

concentrou-se em 'excesso' sobre a vida de Ian Curtis??? hmm, mas essa foi expressa e deliberadamente a vontade do realizador. eu adorei a perspectiva... é que filmes sobre bandas hmm vou ali e já venho...

Rui Gamboa disse...

"A acção centra-se mais em Ian Curtis do que nos Joy Division. Era expectável que assim fosse, pois o filme baseia-se num livro escrito pela mulher de Curtis, Deborah. (...)"

Foi o que escrevi dps de ver o filme. Portanto, sei bem que era essa a intenção de Corbijn, no entanto preferia que tivesse sido de outra forma, é apenas a minha opinião.

E este documentário parece ser mesmo isso. Ontem vi metade; por isso ainda não posso dar uma opinião completa, mas vejo os outros membros da banda, muito à vontade, a recordarem o começo do percurso, bem como diversas outras figuras importantes, como Tony Wilson, acima de tudo, a contarem histórias.

Eu acho que este documentário vale mesmo a pena ver.