03 novembro 2008

Democracia nos EUA

Exemplo de um boletim de voto - de Fort Bend, Texas - que será utilizado nas eleições de amanhã nos EUA. Os eleitores devem escolher não só o Presidente e Vice, mas também Senadores, Juízes, o Comissário dos Caminhos de Ferro, o Xerife e até responder a referendo.

10 comentários:

Anónimo disse...

...
Muito interessante. Imagino se em Portugal fosse possível votar em figuras como Maria José Morgado e similares. Apre !
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JNAS
(porque raio há castelhano na boleta oficial ???)

Rui Gamboa disse...

No :ilhas, há algum tempo, o vosso homem na América dizia que Miami é a cidade mais americana de Cuba. É verdade que fala-se muito mais castelhano que inglês na terra do Horatio Caine, mas as cidades fronteiriças do Texas essa também é uma realidade bem vincada. Segundo números encontrados assim de repente na net, o estado do Texas é constituído por 35% de hispânicos. E segundo outras fontes, muitos deles, sendo cidadãos norte-americanos, só falam castelhano.

Rui Gamboa disse...

E também é verdade que os EUA não têm língua oficial.

Anónimo disse...

Eu cá votava "Write-in" na Berta Cabral!

Anónimo disse...

Há anos atrás numas eleições legislativas muitos escreveram Salazar nos boletins de voto. Foi o "write-in"!

blueminerva disse...

Parece uma prova de escolha múltipla.

beijocas

Anónimo disse...

Eu cá fechava os olhos e era um tal butar cruzinhas!

pêro de teive... disse...

O voto é bilingue, pois no Texas há uma grande comunidade mexicana ou latino-americana, para além de ser um Estado que faz fronteira com o México.

Se nos Açores tivéssemos um boletim de voto tão complexo, certamente que a absentação subiria para os 90%, o que só provaria sermos uma região atrasada.

É de realçar o voto nominativo para diversos carhos públicos.

Aqui a medicocridade e a irresponsabilidade escondem-se normalmente atrás dum cabeça de lista que normalmente é mais incompetente do que os que vem imediatamente atrás.

A democracia nos Açores está a anos luz da democracia americana.

O Pinoka disse...

Não admira as filas na rua para se conseguir votar.
Quando um individuo marca a ultima cruz, já se esqueceu de quem escolheu para presidente.

Abraço

Papio cynocephalus disse...

seria interessante ver a experiência da democracia directa aplicada à micro-realidade açoriana