
Fim de ano significa programações especiais nos canais de tv. Entre espectáculos intragáveis de dança ou karaoke e filmes pouco mais que foleiros, há o indispensável circo. O canal dois, na linha de que tanto gostamos, apresentou o Cirque du Soleil que, segundo dizem os entendidos em matérias circenses, é do melhor que há. Talvez. Uma coisa é certa, o Cirque du Soleil não usa animais, ao contrário dos Chens ou Cardinalis que, ocasionalmente, nos visitam do rectângulo. É absolutamente desumano a utilização de animais para divertimento das pessoas. É que estamos a falar de animais que estão fora do seu ambiente natural, que vivem todas as suas vidas em jaulas, que saem apenas para serem chicoteados para fazerem malabarismos, contra a sua natureza. Além de tudo, certamente, que um ou outro leão mais atiradiço leva uma injecção de droga para ficar mais calmo e mais “maneável”.

Em Roma eram homens contra animais que servia de divertimento. Em Espanha (e na terra do Zé Maria) ainda se matam touros como espectáculo. No entanto, as mentalidades vão mudando e felizmente já surgem espectáculos como o Cirque du Soleil, sensíveis a esta matéria. Daqui a cem anos, olharão para trás e dirão que éramos uns selvagens no que toca ao respeito pelos direitos dos animais, tal e qual nós próprios condenamos as lutas entre homens e animais no tempo dos romanos. Assim será.

Em Roma eram homens contra animais que servia de divertimento. Em Espanha (e na terra do Zé Maria) ainda se matam touros como espectáculo. No entanto, as mentalidades vão mudando e felizmente já surgem espectáculos como o Cirque du Soleil, sensíveis a esta matéria. Daqui a cem anos, olharão para trás e dirão que éramos uns selvagens no que toca ao respeito pelos direitos dos animais, tal e qual nós próprios condenamos as lutas entre homens e animais no tempo dos romanos. Assim será.
