Gilberta Rocha escreveu um artigo em três partes sobre a crise no sistema educativo no jornaldiário.com. O último dia de ’08 coincidiu com a última parte que versou sobre os alunos universitários. Dois excertos: “a grande maioria [dos alunos] entra nas universidades sem as condições mínimas para um aprofundamento dos conhecimentos que são necessários aos cursos por que optaram”, “Muito francamente, não se percebe o que leva um grande número de alunos à universidade. Não é o desejo de conhecimento nem de aquisição de competências para uma vida profissional”.
Não podia estar mais de acordo. No entanto, convém também falar do outro lado, dos professores. Pois se é certo que há qualidade nos docentes da UAç, como a própria Gilberta Rocha, ou os meus estimados professores e amigos Luís Andrade, Carlos Amaral, Carlos Cordeiro ou Susana Costa, só para mencionar alguns, também não deixa de ser verdade que os cursos que a academia açoriana propõe, aparentemente não surgem como respostas às necessidades da sociedade açoriana, mas sim gravitam em torno das competências dos docentes. E se a questão dos alunos que Gilberta Rocha levanta é grave, a questão dos cursos/professores é certamente pior, dados os efeitos e consequências que cada uma acarreta.
Não podia estar mais de acordo. No entanto, convém também falar do outro lado, dos professores. Pois se é certo que há qualidade nos docentes da UAç, como a própria Gilberta Rocha, ou os meus estimados professores e amigos Luís Andrade, Carlos Amaral, Carlos Cordeiro ou Susana Costa, só para mencionar alguns, também não deixa de ser verdade que os cursos que a academia açoriana propõe, aparentemente não surgem como respostas às necessidades da sociedade açoriana, mas sim gravitam em torno das competências dos docentes. E se a questão dos alunos que Gilberta Rocha levanta é grave, a questão dos cursos/professores é certamente pior, dados os efeitos e consequências que cada uma acarreta.
